Coaching

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A palavra coaching foi utilizada pela primeira vez na cidade localizada no condado de Komárom-Esztergom na Hungria para designar as carruagens (coches) de quatro rodas. Elas começaram a ser produzidas no século XVI, e tornaram-se as mais cobiçadas da época por seu conforto. Assim, as coches de Kocs eram chamadas de kocsiszeker. Os nativos dessa cidade também são chamados de kocsi. E é esse vocábulo que os ingleses entendiam como “coach”.

Com o passar do tempo, surgiu uma metáfora. Do mesmo modo que a carruagem leva as pessoas aos diversos campos geográficos, o coach era a forma como se chamava o tutor que conduzia outras pessoas pelos diversos campos do conhecimento. Conta-se também que as famílias muito ricas, quando em longas viagens, levavam servos no interior da carruagem, que liam em voz alta para as crianças o que elas tinham de aprender. Esse servo passou a ser chamado de coach também.

No século seguinte os nobres universitários da Inglaterra iam para suas aulas, em suas carruagens, conduzidos por cocheiros – Coachs. Em 1830, o termo Coach passa a ser utilizado na Universidade de Oxford como gíria de  “tutor particular”, aquele que “carrega”, “conduz” e “prepara” os estudantes para seus exames. Sendo assim, o termo coaching refere-se ao processo em si, o Coach àquele que conduz, e o Coachee à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Atualmente, existem vários conceitos de coaching, entre eles “Ajudar a pessoa a mudar na maneira que ela quer, ajudando-a a caminhar na direção que ela quer ir. O coaching apóia a pessoa em todos os níveis do processo de tornar-se quem ela quer ser e ser o melhor que ela pode”. Segundo Tim Gallwey, o processo vai muito alem de levar o cliente do ponto A até o ponto B, pois o Coaching maximiza o potencial do próprio Coachee.

Aqui o foco não é ensinar algo, mas desenvolver o pensamento e reflexão do próprio ser visando construir um caminho exclusivo a realidade de cada cliente. O processo visa auxiliar o cliente (coachee) a realizar seus objetivos, e tirar seus planos do papel através de uma metodologia que trabalhará em 4 pilares (autoconhecimento, foco, planejamento e superação). Esse processo realizo em duas formas, individual (projeto 180 graus) e em grupo (transformação).

O processo individual tem como vantagem a flexibilidade de ferramentas e horários, sendo que o processo em grupo a grande vantagem é referente ao investimento necessário. Em ambos os casos, o importante é que o objetivo do cliente seja de responsabilidade dele, pois no nestes processos focaremos a auto-responsabilidade em todos os aspectos. Os processos, individuais ou grupos, são iniciados por autoconhecimento para termos clareza de nossos objetivos, seguidos de foco e planejamento. Por fim, uma séria de validações são realizadas para garantirmos que nossos desejos refere-se as nossas necessidades e demandas.

Te convido a tirar seus planos do papel, através do nosso processo em grupo ou individual. Acesse abaixo os programas e encontro maiores informações de cada um dos projetos.

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